A eleição para a Coordenação Funcional do Sinasefe-SP, realizada em 18 de novembro de 2025, definiu a composição da direção sindical para o biênio 2025–2027. Como previsto no código eleitoral, a distribuição das cadeiras na direção é proporcional ao resultado, assegurando representatividade ampla e plural entre as chapas concorrentes.
O pleito, realizado de forma virtual, transcorreu sem registro de recursos. Em 25 de novembro, a Comissão Eleitoral confirmou o resultado final e deu início aos procedimentos de transição, incluindo chamamento para assinatura e posse, prevista para ocorrer no início de 2026.
Além da proporcionalidade entre as chapas, o Código Eleitoral do Sinasefe-SP determina o cumprimento de regras de representatividade de gênero e diversidade étnico-racial na composição da Coordenação Funcional. Atendendo a essas diretrizes, a gestão 2025–2027 terá a seguinte formação:
I. Coordenador Estadual: Adelino Francisco de Oliveira
II. Coordenadora Estadual: Maíra Ferreira Martins
III. Coordenador Estadual: Nivaldo Cesário de Souza
IV. Coordenadora de Comunicação: Lenice Massarin Figueiredo
V. Coordenadora de Administração, Finanças e Orçamento: Natália Salan Marpica
VI. Coordenadora para Assuntos de Servidores Docentes: Daniella Zanellato
VII. Coordenador para Assuntos de Servidores Técnico-Administrativos: Elcio da Riva Moura
VIII. Coordenadora para Assuntos de Aposentadoria: Solange de Abreu Prates
IX. Coordenador de Formação Político-Sindical: Milton Mariani Junior
X. Coordenador de Combate às Opressões e ao Assédio: Flávio Daiji Kishigami
XI. Coordenadora de Políticas para Mulheres: Guery Tã Baute e Silva
XII. Coordenadora de Políticas LGBTQIAPN+: Cathia Alves
XIII. Coordenadora de Políticas Étnico-Raciais: Juliana Fernanda da Silva
XIV. Coordenadora Jurídica e de Relações de Trabalho: Nubia Nascimento
XV. Coordenador de Políticas Educacionais e Culturais: André de Oliveira Guerrero
XVI. Coordenadora de Inclusão e Acessibilidade: Rebeca Lilian Rodrigues
Com a nova composição, o Sinasefe-SP inicia um novo ciclo de gestão sindical, marcado pela participação proporcional, pelo compromisso com a democracia interna e pela valorização da pluralidade da base.
